DJ Buck: “Eu quero mostrar minha cara no mundo da musica” sobre a Funnky Mixtape

No dia 24 de setembro estivemos em Jundiaí-SP, para prestigiar e cobrir a audição da “Funnky Mixtape“, primeiro trabalho solo do DJ Buck da Sound Food Gang. Em um ambiente repleto de amigos e familiares, tive oportunidade conversa com ele sobre o processo criativo do trabalho e suas ambições em cima dele.

A mixtape contem sete faixas e conta com as participações de ManoWill, niLL, Cab, Nikito, Matéria Prima, Avante o Coletivo, RT Mallone, Isis Orbelli e uma participação muito especial principalmente para o Dj Buck que é a participação do seu filhinho Levi no único interlúdio do trabalho.

Analisando o trabalho alem de trazer uma sonoridade pouca usada por aqui, Dj Buck teve a visão certa e conseguiu reunir os artistas perfeitos para o trabalho que traz musicas simples e que não desgrudam da cabeça, fazendo aquele tipo de trabalho que praticamente vai escutar todos os dias. A produção também está impecável, fruto de um grande estudo, pois cada beat é contagiante e encaixa perfeitamente na proposta, fazendo esse trabalho um dos mais surpreendentes do ano.

Funnky Mixtape
Foto: @mendesculpa

Fotos da Audição:

Onde você pretende chegar com a mixtape?

A minha intenção é mostrar minha cara no mundo da música, onde eu quero chegar é a onde eu puder chegar com ela… Ta ligado! No máximo de ouvidos possíveis, e no máximo de festas possíveis com as músicas sendo tocadas

Mesmo com o trap sendo o ritmo no famigerado hype, você preferiu, vim com um estilo completamente diferente, porquê dessa escolha?

Na real a escolha foi um processo natural, a sonoridade do funk foi onde eu me encontrei na produção mesmo… e foi aonde eu vi e falei pô eu acho que gosto de produzir isso, porque eu gosto muito mais disso do que a sonoridade trap ou de outra sonoridade. A sonoridade de funk pra mim, é a parada que eu mais ouço, então veio naturalmente por causa disso por eu já gostar e de me encontra nela

Como foi o processo de criação e como foi as escolhas dos artistas?

As escolhas dos artistas não teve uma linha exata, quando eu comecei a modular a ideia da mixtape, eu e o Adalberto conversamos e ele soltava uma ideia e já pensávamos pô acho que da pra chamar tal pessoa e o processo foi esse, eu dei uns nomes ele deu outros e a gente conseguiu chamar os artistas que a gente queria. O processo de criação foi de bastante estudo eu ouvir tudo o que tinha de funk já lançado pra tenta reproduzir da minha forma

Você sendo DJ de uma banca como SFG e agora lançando também seu trabalho solo, mostra que cada vez mais a Sound food Gang é um dos maiores e mais talentosas bancas do país?

Po eu acredito nisso sim! Não só porque eu colo com os caras… Mas eu sempre achei os moleques da banca (100%) original no que fazem e você ser original e ainda ter talento que é o que tem de sobra na (gangue)… ta ligado! Eu acredito nisso sim, eu acredito demais nos meus manos e são todos talentosos e de certa forma eu me incluo também por isso que to com eles e sempre buscamos  por esse talento pra fora, sempre procuro me aprimorar

Qual sua faixa favorita e qual foi a maior dificuldade em concluir o trabalho?

A minha faixa favorita eu não tenho não, pois, são vários quesitos pra colocar peso nas faixas, tipo a do ManoWill tenho mo carinho, pois foi a que deu a ideia da mixtape, tinha produzido muito antes de pensar em fazer a mixtape… A do Materia Prima eu consegui fazer o beat sem usar sample nenhum, a do niLL por exemplo que pô eu destravei um beat com ele cantando. Então mano são vários quesitos e eu não tenho uma (100%)favorita, são vários fatores.

A dificuldade é tipo assim eu gostaria de estar sentando com os caras na cadeira e fala vamos gravar tudo comigo, eu acho que teria concluído até antes ela, a dificuldade de ter outras pessoas que faz outro corre por fora também, teve uma rapaziada trampando no seu cd também e pra eles foram difícil parar pra dá um foco na mixtape… Mais deu tudo certo e isso mesmo!

Como foi o processo da construção da Capa que traz uma estética, bem clássica como foi o processo criativo da capa e do nome da mixtape?

Sobre a capa eu tinha uma brisa de fazer uma parada com terno, sabe estilo Nate Dogg…Eu passei a (ideia) pro Adalberto e ele passou a (ideia) pro Thiago da Loja Guetto que falou sobre o Petito dos lowrides ali de Pirituba pra gente tirar essa foto… Partimos tiramos as fotos e ficamos a tarde inteira lá batendo foto.

Na capa o chinv me ajudou eu busquei a fonte e ele me ajudou na edição da capa e o nome foi para deixar a parada (funk) bem explicito que foi o que inspirou a mixtape então eu queria deixar bem explicito, mas de uma forma diferente eu coloquei com (dois) n ao invés de um só e não coloquei G-Funk… fiz essa brincadeira com o nome pra deixar bem explicito do que se trata a mixtape

E o que podemos esperar do DJ Buck em trabalhos futuros?

Pode esperar muito mais estudo e nessa mesma picadilha… Eu pretendo lança mais parada de funk, mas eu quero explorar outras sonoridades também, então é meio incerto o que vocês podem esperar de mim, mais que vai chegar coisa diferente vai e pode aguarda aí…

Escute a Funnky Mixtape:

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Sobre Carlos Alberto F Pires

Amante da cultura, Designer, Comunicador e Diretor Criativo da Black Pipe!!
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